Mais de 6.500 árvores receberam os serviços de manutenção durante o ano de 2014. Dessas, quase 2.500 são mangueiras. Entre os serviços realizados pela Prefeitura de Belém, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), estão as podas de limpeza, rebaixamento, levantamento e retirada de erva-de-passarinho.

Conhecida como Cidade das Mangueiras, Belém, incluindo os distritos de Mosqueiro, Outeiro e Icoaraci, tem cerca de 120 mil árvores. Dessas mais de 12 mil são mangueiras.

“A Semma faz um trabalho de vistoria para identificar as árvores que precisam de manutenção. Em seguida começamos a atuar com um trabalho que é intensificado aos finais de semana, tentando minimizar o desconforto para a população, já que é necessário fazer a interdição de vias e de fornecimento de energia”, explica o titular da Semma, Cláudio Alves.

O trabalho preventivo de poda de árvores, realizado pela Semma, já apresenta resultados. Em 2012, 58 árvores tombaram em Belém, sendo 10 mangueiras. Com o trabalho de manutenção, esse número reduziu para sete árvores que caíram em vias públicas, em 2014. “Já podemos perceber a diferença que um trabalho preventivo faz. Essa redução no número de árvores tombadas é resultado de um serviço que a prefeitura iniciou ano passado, e foi dando continuidade este ano. Com as vistorias sendo realizadas diariamente e as operações especiais de poda, conseguimos reduzir esses incidentes”, completa o titular da Semma.

Plantio de novas árvores

Além de realizar a manutenção das árvores, a Semma também aumentou a arborização da capital paraense em 2014. Este ano, 2.174 novas árvores foram plantadas em Belém, sendo 212 mangueiras.

“Belém é conhecida como Cidade das Mangueiras e não podemos perder esse título. Por isso, onde é possível plantar novas mudas dessa espécie, cumprindo as orientações do Manual Técnico de Arborização, a Semma planta. Mas vale lembrar que também temos outras espécies que são próprias para a arborização urbana e deixam a cidade mais bonita com as flores e sombra, como é o caso dos ipês”, ressaltou Rosicleia Sales, engenheira agrônoma da Semma.

Texto: Ana Paula Azevedo